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LISBOA, PORTUGAL 12-13-14 FEVEREIRO 2018 
Salão Internacional do Setor Alimentar e Bebidas. 23.ª Edição
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“O SISAB PORTUGAL é importante para Portugal e para os portugueses”

A frase é do Presidente da República e foi proferida durante a visita que fez ao primeiro dia ao SISAB PORTUGAL 2017. De 6 a 8 de março, 1.700 importadores de 110 países e 500 empresas nacionais encheram o Meo Arena para a edição mais participada de sempre de um certame criado em 1995 e que há muito se impôs como a maior feira mundial produtos alimentares portugueses para a exportação.

Não podia ter começado da melhor forma o SISAB PORTUGAL 2017. Uma vez mais, durante três dias, o Meo Arena foi palco da maior feira mundial para a exportação, de produtos alimentares exclusivamente portugueses. Esta que foi a edição mais participada de sempre de um certame que já vai nas vinte e duas edições, juntou 1.700 importadores de 110 países com as 500 empresas nacionais que uma vez mais querem mostrar ao mundo a qualidade do agro-alimentar e bebidas em Portugal.
Carlos Morais, idealizador e dinamizador do certamen, considerou que o SISAB PORTUGAL dá uma resposta à inércia do mercado nacional, onde não há crescimento possível, e qualquer aumento de vendas se faz à custa da concorrência. “No difícil contexto de um mercado nacional maduro e quase diria esgotado, a exportação surge como hipótese única para quem quer promover o crescimento das empresas. Ora o SISAB PORTUGAL não é uma feira onde apenas se “vende” espaço de exposição. O SISAB PORTUGAL promove efectivamente encontros de negócios, fruto da apresentação “cara a cara” entre empresários portugueses e os futuros parceiros que vêm a Portugal expressamente para fazer negócios com empresas e marcas portuguesas”, assegurou.

Fundamental para promover Portugal
Já se esperava que a visita do Presidente da República no primeiro dia do SISAB PORTUGAL fosse centrar as atenções de todos quantos estavam no Meo Arena. Durante mais de uma hora, negociações e contatos foram sendo interrompidos à medida que Marcelo Rebelo de Sousa passava pelas empresas expositoras.
Falou com inúmeros importadores dos mais variados países - da China ao Brasil, dos Estados Unidos ao Egito, De Moçambique a Marrocos.
Perguntou ao que vinham, elogiou os vinhos que os via experimentar, tirou inúmeras fotografias. A um importador português há muito radicado nos Estados Unidos, que o elogiou pela forma como tem executado as funções de Chefe de Estado de Portugal, agradeceu, mas aproveitou para dizer que este, “é o melhor país do mundo”.
Durante o percurso por entre a imensa variedade de produtos portugueses, perder-se a conta às ‘selfies’ que tirou, sem pressa, como a que o reuniu a uma delegação de importadores americanos, admirados com o ‘à vontade’ do Presidente da República. E à pergunta a um importador português a trabalhar na Suíça, sobre como estavam a decorrer as reuniões, ouviu que já tinham “o caminho traçado” sobre o que queriam levar para o país helvético.
Em meio a apertos de mão e perguntas aos expositores - “então, está a correr bem?” - publicitou um rum da Madeira, junto de importadores da China - “very, very good” , ouviram do Presidente da República - e ao ver um expositor de pêra rocha, não resistiu, voltado para quem o estava a ouvir: “(este é) um grande produto nacional de exportação”.
Percorrido parte do certame, e porque o tempo acabu por ser curto, Marcelo Rebelo de Sousa prometeu que voltaria num dos dois dias que ainda faltavam para encerramento. Nas declarações aos jornalistas, ouviu o CEO do SISAB PORTUGAL defender que terá encontrado no Meo Arena “um evento único”. “Importadores de todo o mundo que vêm à procura de importar produtos exclusivamente portugueses. Com a paixão por esses produtos e com a sua capacidade de compra, vão também eles contribuir para o crescimento económico e das exportações portuguesas”, sublinhou Carlos Morais

“Conheço a alma do SISAB há 20 anos”
Marcelo Rebelo de Sousa recordou que conhece “a alma do SISAB há 20 anos”, mas foi como Presidente da República Portuguesa, que quis “agradecer a todos aqueles, que são muitas e muitos aqui presentes, o esforço que estão a fazer todos os dias por Portugal”.
E voltou a colocar na tónica do crescimento económico, o grande desafio do país. “Nós precisamos crescer. O grande desafio dos próximos anos é crescer claramente acima de dois por cento, e para crescermos acima de dois por cento precisamos exportar mais e melhor”, afirmou, acrescentando que era “reconfortante assistir àquilo que hoje pudemos todos assistir”.
“Vimos a presença de empresários de todo o mundo: americanos, canadianos, chineses, brasileiros, de vários países da Europa, de países de África, interessados em Portugal”, enumerou, para afirmar que “o SISAB PORTUGAL tem sido fundamental para promover os produtos portugueses, para promover Portugal, para promover as nossas exportações”. “E a promoção das exportações é essencial ao nosso crescimento”, voltou a frisar.
Antes de continuar a vista deu um “bem haja o SISAB”, por ser “importante para Portugal e para os portugueses” e desejou “uma longuísima vida ao serviço da nossa Pátria”.

Uma feira onde não se pode parar
“O SISAB PORTUGAL permite-nos metas cada vez mais ambiciosas”.
Foram estas as palavras do ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, visivelmente impressionado com o ambiente único do certame, cujos expositores visitou demoradamente, ouvindo os maiores elogios à feira por parte dos expositores.
Ao visitar a feir na manhã do primeiro dia, o ministro da Economia cumprimentou os expositores e entre palavras de incentivo, fazia perguntas sobre o andamento dos trabalhos.
Para a Companhia da Rede “ainda não se tinha parado desde as oito da manhã”. Um pouco mais à frente encontrou Bernardo Cabral, um amigo de longa data e enólogo da Winemakers que lhe disse ser o SISAB PORTUGAL uma feira muito importante para a empresa, e explicou que o “ambiente exclusivamente profissional era o segredo para um certame onde se trabalha muito”.
À medida que ia avançando ia contatando os presentes com especial atenção aos estrangeiros que cruzavam consigo e que, com curiosidade, o abordavam. Ao passar o stand do Licor Beirão não quis deixar de perguntar, a um dos filhos, pelo fundador da empresa. “Estive com o seu pai em Coimbra, e acho-o uma pessoa encantadora”, era assim neste tom cordial e afável que ia avançando entre os expositores. Mais adiante, nova oportunidade para se aperceber da importância do SISAB PORTUGAL para a exportação. Trocou algumas palavras com Gonçalo Bastos, da Caxamar, que lhe diz ser esta feira fundamental para dinamizarmos a nossa exportação. A visita continuava, tempo ainda para encontrar no stand da Quinta da Fonte Pedrinha, Patrícia Carvalho, uma familiar.
No final da visita, ainda antes de se dirigir para a degustação de produtos portugueses de algumas das empresas presentes diria visivelmente impressionado com o que acabava de ver: “o SISAB PORTUGAL permite-nos metas cada vez mais ambiciosas e empresas mais empenhadas e com produtos de alta qualidade que afirmam internacionalmente, cada vez mais, os produtos portugueses”.
Referiu-se ainda à importância do trabalho que o SISAB PORTUGAL tem desenvolvido em prol das exportações portuguesas.
“Este SISAB PORTUGAL tem ferto um trabalho muito importante nos últimos anos e continua aqui a fazer, em ligação às comunidades portuguesas, mas sem esquecer as outras pessoas que estão aqui, vindas de mais de 110 países, e que se traduzem em milhares de visitantes internacionais. Veem-se aqui pessoas de inúmeros países de todo o mundo que estão aqui como compradores.
O resultado é o que tenho visto nos stands uma realidade bastante animadora, porque os expositores estão de fato a relatar que estão a encontrar compradores de novos países e é isso que temos de fazer, diversificar os mercados e afirmar os produtos portugueses pela qualidade”. E terminaria as suas declarações aos jornalistas exprimindo um desejo. “Espero que o SISAB PORTUGAL continue a ser a grande montra dos produtos portugueses aqui expostos para todos os anos se baterem novos recordes”.

Visitas e provas
Apesar da feirea decorrer entre 6 e 8 de março, recorde- se que na realidade os trabalhos começaram dois dias antes com as visitas educacionais que permitiram aos importadores tomarem conhecimento com os produtos ‘in loco’. Este ano, e como de costume, foram vários os circuitos profissionais e educacionais com contatos e provas, um pouco por todo o país, nomeadamente Lisboa, Setúbal, Alentejo e Douro, entre outras.
Outros momentos importantes vividos ao longo dos três dias, são a realização de provas de vinhos e de degustação dos mais variados produtos, cujo objetivo é mostrar as potencialidades gastronómicas dos produtos portugueses e fundamentalmente levar os importadores a conhecer melhor as suas especificidades e características próprias.
Entre animados convívios de empresários nacionais e internacionais se fica a conhecer o produto e toda a sua aplicação nas mais variadas e sofisticadas confecções gastronómicas possíveis.
Por tudo isso, Carlos Morais, CEO do SISAB PORTUGAL, assegura que este certame “é uma grande porta de saída para as empresas portuguesas que pretendem exportar”. “Ninguém viaja dez e mais horas de avião, para vir a Portugal apenas passear tranquilamente por uma exposição de produtos. Essa é a razão de se criarem oportunidades únicas que as empresas reconhecem”, afirma.



Em 2016 o agro-alimentar cresceu mais do que o turismo

Capoulas Santos revelou que em 2016 as exportações de produtos agrícolas e transformados, “cresceram mais seis por cento”, enquanto que só o conjunto do complexo agro-alimentar “cresceu 3,1 por cento”.

O setor agro-alimentar português tem conhecido nos últimos anos um percurso notável. A afirmação é do ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, que explicou porque este deixou de ser um “primo pobre” da economia nacional, durante a visita que fez ao SISAB PORTUGAL 2017, a 8 de março.
Um dos exemplos que Luís Capoulas Santos referiu foi o próprio Salão - realizado entre 6 e 8 deste mês no Meo Arena, em Lisboa - que felicitou por reunir este ano “mais de 500 operadores portugueses”. “Este é, de facto, um certame muito especial, uma vez que a oferta é composta exclusivamente por empresas portuguesas e a procura é feita exclusivamente por compradores do estrangeiro”, sublinhou na conferência de imprensa, dada a meio de uma visita que o levou a percorrer todo o certame e a ouvir as preocupações dos produtores.
Nesta 22ª edição, o certame que que já se impôs como a maior feira mundial produtos alimentares portugueses para a exportação, juntou 1.700 importadores de 110 países a 500 empresas nacionais que encheram o Meo Arena para a edição mais participada de sempre.

Crescer mais que a economia
O titular da pasta da Agricultura explicou que este setor tem vindo nos últimos 20 a 30 anos - na sequência da adesão de Portugal à União Europeia – “a aproveitar os apoios que têm sido concedidos, a organizar-se, adaptar-se”, sendo hoje em dia “um setor pujante que exporta mais do que o resto da economia”.
A ponto de ter superado em termos de crescimento aquele que é considerado o ‘emblema’ da economia.
“No último ano, o complexo agro-alimentar superou mesmo o turismo, que é o setor ‘emblema’ em termos de crescimento”, assegurou Capoulas Santos, acrescentando que o agro-alimentar cresceu “acima do resto da nossa economia e o volume das exportações tem vindo igualmente a crescer a um bom ritmo”.
Para manter esse ritmo, o governante enumerou várias medidas. A principal é “equilibrar a balança comercial agrícola” em termos de valor, num prazo de cinco anos. “Neste momento, em valor, as nossas exportações correspondem a 70% do valor das nossas importações. O nosso objetivo é fazer com que esse valor seja zero, num horizonte de cinco anos”, assegurou.
Ou seja, o Governo espera conseguir nos próximos cinco anos equilibrar a balança comercial agrícola em valor, o que significa ter que anular o défice (do que o país exporta em relação ao que importa) “que, neste momento, anda à volta dos 2.800 milhões de euros anuais”, revelou. Um défice só se consegue anular aumentando as exportações e tentando que “as importações não cresçam tanto”, alertou. “Para tal, certames como este são da maior importância, porque a aposta na internacionalização da nossa agricultura é uma aposta muito forte”, elogiou o ministro.

Mais mercados, mais produtos
Outra medida que destacou foram os acordos que têm permitido a abertura de mercados externos aos produtos portugueses. Capoulas Santos revelou que o Governo está neste momento em negociação aberta com 55 países para viabilização de 199 diferentes produtos de origem animal e origem vegetal. A meta do ministro é conseguir “que no final do ano todos pudessem estar concluídos”, já que o objetivo principal é superar em 2017 o número de mercados abertos no ano anterior.
“No último ano, abrimos outros 20 mercados para 62 diferentes produtos”, revelou, afirmando que estes números demonstram que o complexo agro-alimentar “continua a um bom ritmo empenhado na senda da internacionalização”, competindo ao Governo “tudo fazer para criar as melhores condições para que se consolidem os mercados onde já estamos implantados e possamos abrir novos mercados”.

E os números são…
Quanto a números, Capoulas Santos revelou no SISAB PORTUGAL 2017 que no ano passado, as exportações de produtos agrícolas e transformados, “cresceram mais seis por cento”, enquanto que só o conjunto do complexo agro-alimentar “cresceu 3,1 por cento”.
Números que apontou como positivos, tendo em conta “problemas que são conhecidos” e têm afetado as exportações. Um deles diz particularmente respeito ao setor dos vinhos, uma vez que Angola, um dos principais clientes portugueses “reduziu substancialmente as nossas importações” por causa das suas atuais condições económicas, exemplificou o ministro.
Por isso, acrescentou, o objetivo seja consolidar mercados, mas procurando “sempre mercados alternativos” que compensem eventuais problemas como os que ocorreram em relação a Angola e Venezuela. Ou ainda os colocados pelo embargo político da Rússia a alguns produtos europeus “que estão a afetar, por exemplo, a carne de porco e a pera rocha”. As boas notícias, em contrapartida, foi o aumento das nossas exportações portuguesas para outros mercados dentro e fora da Europa.
“Só na União Europeia, as exportações de vinho subiram mais de 3 por cento no último ano”, revelou, assegurando que o objetivo do Governo mantém “na senda da internacionalização”. Para isso é necessário abrir novos mercados e trazer novos clientes. E foi essa a razão que o levou ao SISAB PORTUGAL, que considerou “um evento que encaixa na perfeição, naquilo que são as prioridades do Governo quanto à internacionalização do nosso setor agro-alimentar”.


segundo o secretário de estado da agricultura e alimentação, Luís Vieira
Em 2016 Portugal exportou 6,3 milhões de produtos do agro-alimentar

«As exportações do setor agroalimentar totalizaram 6,3 mil milhões de euros em 2016, e representam 11,3% do total da economia e as taxas de crescimento foram superiores ao resto da economia», afirmou o Secretário de Estado da Agricultura e Alimentação, Luís Medeiros Viera, em Montemor-o-Velho, onde participou num seminário sobre alterações climáticas e a apresentação do novo parque agrícola municipal.
O Secretário de Estado acrescentou: «Há claramente uma dinâmica da agricultura no nosso país, que se reflete na produção e na vertente exportadora» e «as políticas públicas do Governo vão ao encontro à iniciativa e determinação dos agricultores».
Luís Medeiros Vieira referiu ainda as medidas do Governo para a recuperação do potencial produtivo na sequência das intempéries que afetaram explorações agrícolas da região Centro, em fevereiro de 2016, e que resultaram em 282 mil euros de apoio, até agora. «Foram apresentadas 39 candidaturas, 34 já foram aprovadas e foram contratadas 28, num volume de investimento de 412 mil euros, com apoio de 282 mil euros. Das 28 candidaturas contratadas, nove já foram pagas, as outras estão em tramitação de apresentação de documentos de despesa».

A importância do SISAB PORTUGAL Para além das atividades do setor agrícola que estão em alta, é de destacar também o importante papel do SISAB PORTUGAL ao afirmar-se como a maior feira mundial de exportação do agro-alimentar português, e que desta forma garante também um aquecimento especial na economia, quando se refere o escoamento dos produtos.
A edição deste ano que terminou à pouco tempo foi a maior de sempre em termos de participação estrangeira e conseguiu trazer a Lisboa cerca de 1.700 importadores estrangeiros especializados em produtos portugueses, que vieram de 110 países diferentes o que mostra bem da diversidade da procura que esta feira criou para as empresas em Portugal.




O SISAB PORTUGAL tem o Alto Patrocínio do
Presidente da República Portuguesa